Preto Jóia não é mais o intérprete da Imperatriz Leopoldinense

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Foto: Divulgação

Só os diamantes são eternos, diz a famosa frase que se encaixa, de forma perfeita, no momento em que vive a escola. Compositor de sambas épicos e intérprete em apresentações antológicas da história da Imperatriz Leopoldinense, Preto Joia retornou ao carro de som de Ramos para o desfile de 2020, quando cantou o clássico “Só dá Lalá”, apresentado originalmente em 1981.

Contudo, para o próximo ano, ele não seguirá como um dos intérpretes oficiais. O motivo dessa decisão, tomada em comum acordo com o cantor, foi a distancia, uma vez que, morando em Saquarema (cerca de 113km do Rio de Janeiro), ele teria dificuldades para cumprir a intensa agenda de ensaios programada pela diretoria. Por este motivo, o trabalho seguirá com Arthur Franco e Bruno Ribas, agradecendo sempre por sua contribuição brilhante ao pavilhão verde, branco e ouro.

Preto é, e sempre será, uma das figuras mais especiais da Imperatriz Leopoldinense. A escola segue em frente trabalhando intensamente rumo ao próximo Carnaval e com desejo imenso de vitória… dá licença.

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Locutor nas escolas de samba do RJ, analista de sistemas, jornalista (RG 0039675-RJ), compositor e intérprete. Administrador do site CARNAVAL CARIOCA.

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