Unidos de Bangu tem samba elogiado mas desfila com pouca empolgação

Foto: Rodney de Figueiredo

Com o enredo “A travessia da Calunga Grande e a nobreza negra no Brasil”, desenvolvido pelo carnavalesco Cid Carvalho, o Grêmio Recreativo Escola de Samba Unidos de Bangu abriu a noite dos desfiles pela Série “A” na Marquês de Sapucaí, nesta sexta-feira (9).

A agremiação trouxe para a Avenida a história da negritude. Para contar essa trajetória, a escola apostou em um diferente ponto de vista: A realeza dos reis e rainhas negros africanos que acumularam riquezas a partir de muito trabalho.

A vermelho e branco da Zona Oeste exibiu quatro alegorias: O abre-alas, Majestosa África representando a realeza africana; a segunda retratou a Calunga Grande (Oceano Atlântico), com cores em prata e azul.

Foto: Antonio Pivanti

Na sequência, a alegoria Chico Rei trouxe elementos para falar sobre a escravidão e da luta pela libertação nos quilombos e por último a exposição da cultura africana brasileira. A fantasia do primeiro casal de mestre-sala e porta-bandeira, Diego Falcão e Jaqueline Gomes, vieram vestidos com a fantasia “A nobreza africana”.

Destaque do desfile para o samba enredo, considerado um dos melhores da safra do grupo de acesso com o canto forte do refrão mesmo com aparente número reduzido de desfilantes.

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